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Ao longo de sua trajetória, o GRUPO GERIATRICS sempre procurou trazer um olhar inovador para a assistência à saúde. Essas inovações não necessariamente se definem por produção de conteúdo em campos tecnológicos, no entanto podemos falar em inovação ao construir novos processos a partir da revisão dos anteriores, como também realizar o melhor cuidado de transição.

Inovar em saúde gera valor por realizar a mais eficaz e eficiente transição de cuidado possível.

Para gerarmos valor e resolvermos o grande dilema de sustentabilidade do nosso sistema, teremos de:

Incluir a maior população possível no processo todo.

Alocar os pacientes sob os cuidados ideais, otimizando recursos e resultados, já que melhores resultados levam a menores custos totais.

Financiar esse modelo em passos gradativos, reinvestindo as economias geradas no sistema para maximizar resultados.

Maximizar resultados clínicos pela melhor qualificação possível em toda a cadeia de valor.

Para essas realizações, podemos ressaltar características importantes do GRUPO GERIATRICS, como: o rigor, a constância e a atenção na avaliação de todos os processos de cuidados. Somente dessa forma podemos propor mudanças eficazes, construir serviços pioneiros ou mesmo abandonar práticas que não são mais relevantes. Precisamos, ainda, manter o compromisso com o resultado, estimular continuamente o aprimoramento da competência técnica, reafirmar sempre o espírito de equipe, favorecer a proatividade, a humanização e a ética nas realizações.

Cuidados de transição, segundo a AGS – American Geriatrics Society–, definem-se por um conjunto de ações destinadas a assegurar a coordenação e a continuidade dos cuidados de saúde enquanto os pacientes são transferidos entre diferentes níveis de atenção, podendo ocorrer dentro do mesmo local ou não.

Já segundo a AAFP – American Academy of Family Physicians–, são serviços prestados a pacientes cujos problemas médicos e/ou psicossociais requerem tomada de decisões de moderada a alta complexidade, podendo o cuidado ser estabelecido em ambientes hospitalares através de um serviço de enfermagem, da comunidade do paciente, no domicílio, em casa de repouso ou de unidade de vida assistida ”senior facilities”

FOI ASSIM QUE CRIAMOS

HOME CARE

O primeiro do Brasil, criado há trinta anos, quando não havia um modelo de assistência fora do hospital.

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CLINIC CARE

Serviço de reabilitação com meta predeterminada, ao percebermos a necessidade de reabilitar com escopo e frequência mais intensos, que deixariam o assistido numa condição mais estável e autônoma, evitando a reinternação.

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CASE MANAGEMENT

Gerenciamento e coordenação de casos de alta complexidade e utilização, que não eram contemplados por nenhum modelo de gerenciamento, por acreditar-se que esses pacientes sempre seriam internados, independentemente dos cuidados entregues.

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HOSPICE CARE

Responsável pela percussão da filosofia Hospice em cuidados paliativos.

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CEAD

Centro de Excelência em Atenção Domiciliar, responsável pela formação e pelo treinamento continuado de nossa equipe própria de técnicos de enfermagem engajados e cientes de nossos valores.

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CONCIERGE CARE

Agendamento de consultas e exames, realização de pequenos reparos domiciliares. Oferece motorista e cuidador quando necessário, podendo ou não o assistido estar em um programa de gerenciamento. O setor foi criado por entendermos que simples ações podem deixar de ser realizadas por dificuldades diversas, como: disponibilidade de tempo para marcar, acompanhar, retornar, etc.

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PROGRAMA WELLNESS

Ensina pequenas mudanças que promovem grandes resultados na preservação da saúde.

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