Porque o gerenciamento da saúde?

As despesas com assistência médica respondem por 9% da folha de pagamento das empresas e o pior: esses gastos estão em ascensão¹.

Lembrando que planos de saúde são importantes benefícios aos funcionários e fundamentais na manutenção de bons trabalha- dores de uma empresa, diminuir despesas com assistência médica sem o prejuízo dos mesmos é essencial a ambos.
Co-participação nos gastos, gerenciamento de doenças crônicas e programas de qualidade de vida são grandes exemplos de mecanismos que ajudam a controlar essas despesas. Tais ações além de contribuírem para a integração entre os diferentes níveis hierárquicos de uma companhia , transformam o colaborador em parceiro e ainda é pode reduzir afastamentos e faltas em até 30%.

Segundo os dados fornecidos por relatório da OMS – 2002:

"As doenças crônicas são responsáveis por 60% dos gastos com saúde e somente 20% dos portadores destas aderem ao tratamento proposto. Apesar desses índices, os sistemas de saúde são organizados para priorizarem as condições agudas".

"A crença cultural brasileira de ser o hospital o núcleo principal de atenção primária reduz os recursos para a prevenção de doença e promoção da saúde".

Com dados levantados a partir de 2004, o Plano Nacional da Saúde – Um Pacto pela Saúde no Brasil, da atual gestão do Ministério da Saúde², definiu que: "O incremento das iniciativas intersetoriais de prevenção e controle das principais DCNT (doenças crônicas não transmissíveis) constitui uma prioridade.
Um dos alicerces da atuação nesse contexto consistirá na vigilância integrada dos principais fatores de risco modificáveis e comuns à maioria das doenças crônicas, quais sejam, o tabagismo, a alimentação não saudável e a inatividade física."

Vemos portanto através das analises tanto no âmbito governamental como na iniciativa privada que o caminho do gerenciamento e promoção de saúde é o melhor em se tratando de custo efetivo.

² Coordenação-Geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis.