Por que pensar de forma diferenciada a saúde em populações acima de 60 anos?

Segundo dados e projeções do Ministério da Saúde, o Brasil ocupará em 2025, a posição de sexto lugar no ranking dos países que possuem uma população acima de 60 anos de idade, correspondendo a cerca de 14% da população total.

Um programa que tem por objetivos gerais gerenciar, orientar, assessorar e motivar, interdisciplinarmente, pessoas acima de 60 anos, portadoras de patologias crônicas ou dependentes, pode reduzir muito os fatores de agravos e subseqüente agudização.

Ele visa proporcionar avaliações do estado de saúde física, social e mental, da capacidade funcional e instrumental da vida diária, de forma a proporcionar dados capazes de facilitar uma gestão de saúde para melhorar a qualidade de vida, assim como prover uma assistência farmacêutica eficaz, capaz de oferecer não só os medicamentos necessários, mas todo o suporte de informações para o uso e acompanhamento do plano terapêutico.
Um benefício simples e direto de um programa de monitoramento como este feito em um grupo está na redução, quando possível, dos valores de medicamentos para condições crônicas.

Esta parcela da população possui planos de saúde com valores altos, pois pressupõem utilização de estrutura especial para quadro graves e recorrentes internações.
Quando aumentamos a longevidade saudável deste grupo, diminuímos significativamente os referidos gastos expressivos com quadros agudos e internações.

Se para a operadora existe a real redução de gastos em internações, para os clientes, existe a percepção de que o serviço prestado além de promover efetivamente as condições de saúde física, social e mental, tem atendimento especializado.